A Empresa Júnior da Toledo Prudente Centro Universitário divulga o 9º Índice de Preços Toledo (IPT), do ano de 2019 realizado em supermercados de Presidente Prudente.

A pesquisa foi realizada em 06 supermercados da cidade de Presidente Prudente no dia 06 de maio de 2019 e constatou uma deflação de preços em relação à pesquisa anterior de 1,70%, ou seja, o consumidor que gastava R$603,56 para compra da cesta básica do IPT, hoje gasta em média, R$593,33.

O grupo de Alimentos apresentou deflação de 3,09%, com destaque para o Extrato de Tomate (350 -370g) com queda de 44,15% e o Feijão Carioquinha (1 kg) com diminuição de 18,83%.

Em contrapartida, o grupo de Artigo de Limpeza apresentou inflação de 8,14%, com destaque para o Desinfetante (tipo pinho - 500ml) com aumento de 22,98% e o Sabão em pó (1kg) com elevação de 8,41%.

O grupo de Higiene Pessoal também apresentou alta de 2,62%, com destaque para o Papel higiênico (4un. 30m - fl simples) com 14,39% e o Creme dental (90g) com aumento de 2,73%.

Devido às promoções, variedades e disponibilidade de produtos nos estabelecimentos, alguns produtos apresentaram uma considerável diferença de preços entre os locais pesquisados, como a Linguiça fresca (kg), que variou entre R$7,90 e R$13,69, resultando numa diferença de 73,29% e o Queijo mussarela (Kg), que variou entre R$16,90 e R$25,99, resultando numa diferença de 53,29%.

A concorrência entre os supermercados dá ao consumidor a oportunidade de economizar até 50%, pois, comprando uma unidade de cada produto pelo maior preço, ele gastaria R$ 263,14. Já se a sua compra fosse feita pelo menor preço de cada produto, o total gasto seria de R$ 175,87, economizando assim o valor de R$ 87,27.

A pesquisa teve a participação de 06 alunos da Toledo Prudente, são eles: Higor Henrike Salu da Silva Barberato, Ítallo Moraes de Freitas, João Antônio Rozas, Maria Eduarda Toledo Pennacchi Tibiriçá Amaral, Guilherme Maganino Costa e Victória Gonçalves Trevizan. Os trabalhos foram orientados pela professora Fernanda de Lima Bagli e pelo economista Walter K. Dallari.

Confira a pesquisa na íntegra.