Depois do forno de pizza, um novo desafio: a construção de um abrigo emergencial. Os alunos do 1º termo de Arquitetura e Urbanismo da Toledo Prudente Centro Universitário entregaram os projetos executados para avaliação dos professores da disciplina Ateliê Integrado I. O dia da entrega terminou ainda em confraternização e pizza!
 
Os alunos tiveram que pensar em um abrigo para situações de emergência, situação de desastre ambiental, de uma guerra civil ou ainda para pessoas em vulnerabilidade social. Isso desde o desenho até a execução do projeto.
 
De acordo com a coordenadora do curso, Júlia Fernandes Guimarães, com a atividade, os alunos desenvolveram as competências de um arquiteto. “Durante a elaboração do projeto, vários problemas surgiram, e tudo isso faz parte do processo de aprendizagem, é uma forma deles pensarem no tipo de material que vão usar, como executar, quais os riscos envolvidos, os custos e o gerenciamento de conflitos”, explica.
 
Um dos professores da disciplina, Luciano Osako, diz que os alunos utilizaram conceitos como estrutura, conforto e ergonomia para a execução do projeto. “O objetivo foi que eles utilizassem a metodologia ‘mão na massa’, o que aprenderam na teoria, aplicaram na prática. O resultado foi muito positivo. Alunos do 1º termo que já vivenciam arquitetura, é o grande diferencial”, ressalta.
 
Para a aluna Natália Menegali Santiago, a prática faz toda a diferença na formação profissional. “Com esse projeto, aprendemos a lidar com os materiais. O resultado final ficou incrível, conseguimos construir um abrigo com uma sensação térmica agradável. Isso tudo, unindo o que já prendemos em sala de aula. A prática nos ajuda a ter uma vivência da profissão”, comenta.
 
Bruna Michelle de Souza Cardoso, também aluna do curso, conta sobre os desafios da atividade. “Quando pegamos a ideia, confesso que ficamos apavorados, ainda mais por sermos do 1º termo. Mas quando ficou pronto, vimos o quanto foi gratificante. Muitas pessoas não imaginam que a gente tenha a capacidade de fazer um projeto e executá-lo”, salienta a aluna.
 
“Não esperávamos que eles fossem fazer o que fizeram. Conseguiram entender muito bem a lógica do trabalho final. E superou as expectativas, pois os trabalhos ficaram muito interessantes”, conclui a coordenadora.