A Toledo Prudente está mais uma vez entre as instituições participantes de uma das mais importantes competições acadêmicas da área penal do país. Neste ano, estudantes do curso de Direito representam a instituição na Competição Brasileira de Direito e Processo Penal, promovida pela Comissão Jovem do Instituto de Ciências Penais (ICP).
Esta é a quarta participação da Toledo Prudente no evento, demonstrando a tradição e o compromisso da instituição com a formação prática e de excelência de seus alunos. A experiência acumulada ao longo das edições anteriores tem contribuído para o fortalecimento da equipe e para o desenvolvimento acadêmico dos participantes.
Um dos exemplos é o de integrantes que já passaram pela competição em anos anteriores e destacam os benefícios da experiência. Além do aprofundamento técnico em Direito Penal e Processual Penal, a competição proporciona o desenvolvimento de habilidades como argumentação jurídica, oratória, pensamento crítico e networking com estudantes e profissionais de diversas regiões do país.
A equipe da Toledo Prudente nesta edição é formada pela líder Maria Fernanda Costa dos Santos. Os competidores são Daniel Silva Bernardes, Davi Leandro Terrengue, Eloisa Leite Bastazini, Larissa Bettoni, Leandro Polegato Iacia Virgolino, Maria Clara Chiesa Farias, Maria Fernanda Costa dos Santos e Stefani Alves de Matos. A preparação conta ainda com a orientação dos treinadores Ana Clara Ferreira Beraldo, Paulo Hideki Ito Takayasu, Isabela Vincoleto Soares, Giulia Toffoli e Miguel Sapia.
Segundo os integrantes, a expectativa para esta edição é bastante positiva. A equipe destaca o alto nível de engajamento dos participantes, que pertencem a diferentes termos da graduação, proporcionando uma troca rica de conhecimentos e experiências. A confiança está baseada no aprofundamento das pesquisas e no potencial analítico de cada membro para enfrentar os desafios propostos pela competição.
A preparação para a disputa exige dedicação intensa. Atualmente, os estudantes estão concentrados na elaboração dos memoriais escritos da primeira fase. O trabalho envolve diversas horas semanais de pesquisa jurisprudencial e doutrinária, além de reuniões periódicas com os treinadores para orientação técnica e avaliação das atividades desenvolvidas.
A competição é dividida em duas etapas. Na fase escrita, as equipes elaboram peças jurídicas tanto na posição de recorrente quanto de recorrida, exigindo que os participantes desenvolvam argumentos para diferentes perspectivas do caso proposto. Para isso, a equipe é dividida entre defesa e acusação.
Após a avaliação dos memoriais, as equipes classificadas seguem para a fase oral, realizada presencialmente no mês de novembro. Os debates costumam ocorrer na sede do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), enquanto a grande final é realizada no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
Mais do que uma competição, a experiência representa uma oportunidade única de crescimento acadêmico e profissional, permitindo que os estudantes coloquem em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula e vivenciem desafios semelhantes aos encontrados na atuação jurídica.