A Empresa Júnior da Toledo Prudente Centro Universitário divulga o 14º Índice de Preços Toledo (IPT) do ano de 2017 realizado em supermercados de Presidente Prudente.
 
A pesquisa foi realizada em 6 estabelecimentos da cidade de Presidente Prudente no dia 17 de julho de 2017 e constatou uma inflação de preços em relação à pesquisa anterior de 0,11%, ou seja, o consumidor que gastava R$ 555,17 para compra da cesta básica do IPT, hoje gasta em média, R$ 555,77.
 
O grupo de Higiene Pessoal apresentou uma alta de 10,01%, com destaque para o Desodorante spray (90-100ml) com elevação de 46,21% e o Papel higiênico (4un. 30m - fl simples) com alta de 26,83%.
 
Em contrapartida, o setor de Artigo de Limpeza apresentou uma redução de 2,96%, com destaque para o Sabão em pó (1kg) que diminuiu 12,66% e a Agua sanitária (1L) com queda de 2,64%.
 
Seguindo a tendência de baixa o grupo de Alimentos que compõem a cesta básica apresentou deflação de 0,92%, com destaque para o Feijão carioquinha (1 kg) com queda de 28,55% e a Batata (Kg) que teve diminuição em seus preços de 17,84%. 
 
Devido às promoções, variedades e disponibilidade de produtos nos estabelecimentos, alguns produtos apresentaram uma considerável diferença de preços entre os locais pesquisados, como o Tomate (kg) que variou entre R$ 2,95 e R$5,99, resultando numa diferença de 103,05%. Também o preço do Frango resfriado inteiro (kg) que variou entre R$ 4,69 e R$ 8,25, resultando numa diferença de 75,91.
 
A concorrência entre os supermercados dá ao consumidor a oportunidade de economizar até 55%, pois, comprando uma unidade de cada produto pelo maior preço, ele gastaria R$ 269,24. Já se a sua compra fosse feita pelo menor preço de cada produto, o total gasto seria de R$ 173,27 economizando assim o valor de R$ 95,97. 
 
A pesquisa teve a participação de 04 alunos da Toledo Prudente, são eles: Augusto Casoni Quinellato, Matheus Rafael Nascimento Jorge, Thiago Farina Lima e João Victor Galvão Romero. Os trabalhos foram orientados pela professora Fernanda de Lima Bagli e pelo economista Walter K. Dallari.