A Empresa Júnior da Toledo Prudente Centro Universitário divulga o 15º Índice de Preços Toledo (IPT) do ano de 2017 realizado em supermercados de Presidente Prudente.
 
A pesquisa foi realizada em 06 supermercados da cidade de Presidente Prudente no dia 4 de agosto de 2017 e constatou uma deflação de preços em relação à pesquisa anterior de 5,05%, ou seja, o consumidor que gastava R$ 560,99 para compra da cesta básica do IPT, hoje gasta em média, R$ 532,66.
 
O grupo de alimentos apresentou uma queda de 5,52%, com destaque para o Feijão carioquinha (1kg) com diminuição de 24,54% e a Linguiça fresca (kg) com redução de 21,18%.
 
Seguindo a tendência de baixa o grupo de Artigos de Limpeza que compõem a cesta básica apresentou deflação de 2,85%, com destaque para a Agua sanitária (1L) com queda de 15,35% e o Sabão em pó (1kg) que teve diminuição em seus preços de 11,49%. 
 
O setor de Higiene Pessoal também obteve uma deflação de 3,17%, com destaque para o Shampoo (340-350ml) que reduziu 16,02% e o Absorvente aderente (8 unid.) com baixa de 12,36%.
 
Devido às promoções, variedades e disponibilidade de produtos nos estabelecimentos, alguns produtos apresentaram uma considerável diferença de preços entre os locais pesquisados, como o Frango resfriado inteiro (kg) que variou entre R$ 4,98 e R$ 9,95, resultando numa diferença de 99,80. Também o preço do Arroz tipo1 (5kg) que variou entre R$ 8,99 e R$ 11,70, apresentando uma diferença de 30,14%. 
 
A concorrência entre os supermercados dá ao consumidor a oportunidade de economizar até 41%, pois, comprando uma unidade de cada produto pelo maior preço, ele gastaria R$ 250,11. Já se a sua compra fosse feita pelo menor preço de cada produto, o total gasto seria de R$ 177,18 economizando assim o valor de R$ 72,93. 
 
A pesquisa teve a participação de 05 alunos da Toledo Prudente, são eles: Alice Yukari Sato, Augusto Casoni Quinellato, João Victor Galvão Romero, Matheus Rafael Nascimento Jorge, Thiago Farina Lima. Os trabalhos foram orientados pela professora Fernanda de Lima Bagli e pelo economista Walter K. Dallari.