A Empresa Júnior da Toledo Prudente Centro Universitário divulga o 16º Índice de Preços Toledo (IPT) do ano de 2017 realizado em supermercados de Presidente Prudente.
 
A pesquisa foi realizada em 6 supermercados da cidade no dia 17 de agosto de 2017 e constatou uma deflação de preços em relação à pesquisa anterior de 2,14%, ou seja, o consumidor que gastava R$ 555,77 para compra da cesta básica do IPT, hoje gasta em média, R$ 543,85.
 
O grupo de Higiene Pessoal apresentou uma baixa de 3,48%, com destaque para o Desodorante spray (90-100ml) com redução de 31,77% e o Papel higiênico (4un. 30m - fl simples) com diminuição de 7,61%.
 
Seguindo a tendência de baixa, o setor de Alimentos apresentou uma redução de 2,15%, com destaque para o Tomate (Kg) que diminuiu 12,82% e o Feijão carioquinha (1 kg) com queda de 9,65%.
 
Em contrapartida, o grupo de Artigos de Limpeza que compõem a cesta básica apresentou inflação de 0,06%, com destaque para o Sabão em barra 5 unid. (200g) com aumento de 9,79% e o Sabão em pó (1kg) que teve elevação em seus preços de 2,09%. 
 
Devido às promoções, variedades e disponibilidade de produtos nos estabelecimentos, alguns produtos apresentaram uma considerável diferença de preços entre os locais pesquisados, como o Vinagre que variou entre R$ 1,25 e R$ 2,70, resultando numa diferença de 116%. Também o preço do Açúcar cristal (5Kg) que variou entre R$ 6,99 e R$ 13,99, resultando numa diferença de 100,14%.
 
A concorrência entre os supermercados dá ao consumidor a oportunidade de economizar até 54%, pois, comprando uma unidade de cada produto pelo maior preço, ele gastaria R$ 267,13. Já se a sua compra fosse feita pelo menor preço de cada produto, o total gasto seria de R$ 173,95 economizando assim o valor de R$ 93.18. 
 
A pesquisa teve a participação de 04 alunos da Toledo Prudente, são eles: Augusto Casoni Quinellato, João Victor Galvão Romero, Matheus Rafael Nascimento Jorge, Samuel Belome Marques e Thiago Farina Lima. Os trabalhos foram orientados pela professora Fernanda de Lima Bagli e pelo economista Walter K. Dallari.